AVALIAÇÃO
  



O que as crianças mais gostaram

«A dinâmica que um material novo suscitou nas atividades, principalmente as histórias e os pássaros» (JI de Albufeira)

«As novas oportunidades de exploração de materiais e da construção de novos saberes e de partilharem os conhecimentos obtidos, com os colegas das outras salas» (JI de Moncarapacho)

«O melro preto e o seu canto... algumas falaram dos desenhos das borboletas... do caracol e das aranhas» (JI de Vale Serves)

«As crianças gostaram bastante da observação e "contacto" com as plantas e animais encontrados no pátio do nosso Jardim, bem como de decorar a caixa» (JI de Vale Serves)

«As crianças gostaram da pesquisa, de "terem virado cientistas" e todo o envolvimento à volta da caixa» (JI da Guia)

«Da exploração das conchas e sua diversidade, dos momentos de observação conjuntos e individuais, da pintura e modelagem na decoração da caixa, da colagem de elementos naturais» (JI de Almancil)

«Gostaram de tudo, da surpresa do que ia surgindo pois fomos abrindo a caixa aos poucos e desfrutando de uma coisa de cada vez. A história... O grupo ficou encantado com o pássaro ostraceiro e com os sons produzidos. O papagaio gerou no exterior momentos muitos divertidos e é a alegria de todos que assim que há um pouco mais de vento pendem para o irmos tentar levantar. A caixa deu origem a saídas das famílias no fim de semana para com as crianças fazerem observações e recolha de materiais que deram origem a trabalhos na sala. Permitiu pois passar o trabalho para fora da sala e do próprio jardim de infância» (JI de Vale Serves)

«As crianças revelaram de um modo geral motivação e participação nas atividades. Adquiriram conhecimentos sobre os contextos explorados.
Permitiu o desenvolvimento da capacidade de observação, criatividade e do espírito crítico» (JI de Montenegro, sala 2)

«As crianças demonstraram interesse e participaram nas atividades. Adquiriram conhecimentos dentro da Área de Conteúdo do Conhecimento do Mundo. Desenvolveram a sua capacidade de observação e sentido crítico» (JI de Montenegro, sala 3)

«As crianças revelaram interesse e bom nível de participação nas atividades. Adquiriram conhecimentos sobre aspetos específicos dos contextos explorados. Permitiu o desenvolvimento da capacidade de observação e espírito crítico» (JI de Montenegro, sala 1)


O que as educadoras mais gostaram

«Explorar duas novas situações pedagógicas - Caixas de Descoberta do campo e da Beira-mar" e de proporcionarem múltiplas oportunidades de jogo e aprendizagem» (JI de Moncarapacho)

«O formato da caixa, como surgiu como uma surpresa a abrir e a explorar pelas crianças... do CD com o som dos pássaros» (JI de Vale Serves)

«Ter recebido uma caixinha de ideias, bem estruturada, e adorei o melro» (JI da Guia)

«Da iniciativa: por estar ligada à nossa região, pelo teor científico e pelas possibilidades que pode desencadear» (JI de Alamancil)

«A implementação do projeto com as crianças do pré-escolar revelou-se uma mais valia, pois proporcionou às crianças o contacto com novas áreas. As caixas pedagógicas contêm material suficiente para abordarmos os temas propostos sem recorrer ao cenário real das atividades. A forma como as atividades estão estruturadas facilita o seu desenvolvimento. A exposição de trabalhos é muito positiva uma vez que possibilita à comunidade e aos Pais/Encarregados de Educação tomarem conhecimento dos trabalhos realizados pelas nossas crianças» (JI de Montenegro, sala 2)

«A implementação deste tipo de projeto em jardim-de-infância é sempre uma mais valia, pois, faculta nas crianças o desenvolvimento do espírito científico, permitindo-lhes observarem, levantarem questões, formularem hipóteses... O material que se encontra nas caixas ajuda bastante, nomeadamente as imagens em suporte papel e os animais que conseguem reproduzir sons. A estruturação das atividades facilita o desenvolvimento do projeto. A exposição dos trabalhos permite, não só, uma divulgação do trabalho aos pais, encarregados de educação e comunidade, como ainda serve de agente motivador para novas atividades» (JI de Montenegro, sala 3)

«A implementação do projeto com crianças em idades pré-escolar revelou-se uma mais valia, porque permitiu a articulação Jardim-de-infância/Ciência. O material constante das caixas pedagógicas ajuda a colmatar as lacunas evidenciadas pela situação geográfica do contexto educativo, que depende de transporte camarário para efetuar deslocações. A estruturação das atividades facilita o desenvolvimento do projeto. A exposição dos trabalhos permite a divulgação do trabalho realizado aos Pais e Encarregados de Educação e à comunidade» (JI de Montenegro, sala 1)


O que sugeriam

«Que constassem maior número de lementos de referência ao campo e beira-mar que possibilitassem o manuseamento e novas aprendizagens» (JI de Moncarapacho)

«Que fosse possível complementar o livro de sugestões presente em cada caixa pedagógica com a planificação das atividades desenvolvidas em cada jardim-de-infância a fim de proporcionar a partilha» (JI de Moncarapacho)

«Alargar o projeto "Sair da Concha" ao 1º ciclo» (JI de Moncarapacho)

«Talvez a história. O livro deveria ter menos texto e mais imagens. Podia ter só imagens e um cd com a história, assim à medida que o educador ia mostrando as imagens, a história ia passando» (JI de Vale de Serves)

«Elaboração de histórias mais curtas, devido ao pouco tempo de concentração que as crianças conseguem ter» (JI de Vale de Serves)

«Ter mais tempo para explorar o projecto entre o "Dia Sair da Concha" e a Exposição; alargar o tempo de exploração do projecto» (JI de Vale de Serves, de Albufeira, da Guia, de Almancil)

«O tempo e as datas propostas para iniciar os trabalhos do projecto e entrega dos mesmos foram limitados, uma vez que coincidiu com o início do ano lectivo. Fase do ano em que as crianças se encontram em adaptação no Jardim-de-infância. Deste modo a exploração do projecto ficou um pouco comprometida» (JI de Montenegro, sala 2)

«O facto de o Jardim-de-Infância não se encontrar junto do campo ou da praia veio limitar as actividades. O tempo proposto para o desenvolvimento do projecto (15 dias) revelou-se muito reduzido para a exploração das duas caixas pedagógicas. As crianças em idade pré-escolar necessitam de tempo de vivência, exploração e integração de conteúdos e conceitos. O timming proposto para o início do projecto não é de maneira nenhuma o mais conveniente, pois, coincide com a entrada, adaptação e integração das crianças à instituição» (JI de Montenegro, sala 3)

«O timming proposto para início do projecto, 30 de Setembro, não é o mais adequado, porque coincide, com a entrada, adaptação e integração das crianças ao contexto educativo. O tempo proposto para o desenvolvimento do projecto (15 dias), revelou-se muito reduzido para a exploração das duas caixas pedagógicas, visto as crianças em idade pré-escolar necessitarem de tempo para a vivência, exploração e integração de conteúdos e conceitos. O facto da situação geográfica do Jardim-de-infância não se encontrar junto de contextos de praia ou campo limitou algumas actividades» (JI de Montenegro, sala 1)