GALERIA


LABORATÓRIO DE IMAGENS


 

  • A Lua | Filipe Alves

    A Lua | Filipe Alves

    A geologia da Lua manifesta-se em subtis diferenças de cor, aqui intensificadas digitalmente, que correspondem a variações químicas nos componentes dos minerais.

  • Apoptose | WILL WOOD

    Apoptose | WILL WOOD

    Membro anterior de um embrião de rato, em que se realçada as células que estão a suicidar-se (pontos verdes mais brilhantes). Este processo chamado de apoptose modela o formato dos membros, quer dos humano quer de outros animais, que passam progressivamente de uma forma de pá para uma pata ou uma mão com cinco dedos separados

  • Nascimento de Neurónios | Rita Fior

    Nascimento de Neurónios | Rita Fior

    Imagem da retina de um embrião de ratinho, onde é visível a verde as células estaminais que irão dar origem aos seis diferentes tipos de células nervosas da retina, mas que ainda não decidiram o seu destino. A vermelho os neurónios "recém-nascidos”. Como é que estas células progenitoras sabem quando, onde e como se devem diferenciar em neurónios, é ainda um mistério.

  • Cristal | Tânia Oliveira

    Cristal | Tânia Oliveira

    Fotografia de um cristal de proteína obtido pela técnica de difusão de vapor, no grupo de Cristalografia Macromolecular do Instituto de Tecnologia Química e Biológica - Universidade de Lisboa. A proteína cristalizada é uma enzima (Aldeído Oxidorredutase) isolada da bactéria Desulfobrio gigas, que pertence à família das xantinas oxidases envolvidas no Síndrome de Gout (doença da gota).

  • Placa Motora | Rita Teodoro

    Placa Motora | Rita Teodoro

    Arquitectura da musculatura da larva da mosca do vinagre (Drosophila Melanogaster) em que se pode observar como a células nervosas (verde) estabelecem ligações com o múculo (vermelho). A azul, os núcleos das células musculares. A capacidade de visualizar desta estrutura permite um estudo aprofundado das moléculas que determinam a morfologia e as funções do sistema nervoso.

  • Gyrothrix | Alan Phillips

    Gyrothrix | Alan Phillips

    As florestas mundiais não podem existir sem fungos que decompõem as folhas caídas e reciclam os nutrientes de volta para o solo. Mas as folhas formam uma camada compacta que restringe o crescimento de muitos fungos e impede a sua dispensão. O Gyrothrix superou este problema formando estas estruturas em forma de árvore, com apenas 0,1 mm, que empurram as folhas criando espaço par o seu desenvolvimento.

  • Botryosphaeria | Alan Phillips

    Botryosphaeria | Alan Phillips

    Os esporos do fungo Botryosphaeria numa gota de ácido láctico agrupam-se numa massa compacta que faz lembrar um engarrafamento de troncos num rio dourado. Cada esporo mede cerca de 0,03 mm de comprimento.

  • Nudibrânquios | David Abecasis

    Nudibrânquios | David Abecasis

    Vulgarmente chamados de lesmas do mar, estes dois nudibrânquios (provavelmente de espécies distintas) foram encontados a "pastar" sobre duas espécies de esponjas, durante os censos visuais realizados no âmbito do projecto RENSUB.

  • Beleza Interior | Carla Milagre

    Beleza Interior | Carla Milagre

    Estudo do esqueleto de uma rã, em que é possível ver a cartilagem corada de vermelho (alizarino) e o osso corado de azul (alciano).

  • Bichado da castanha | Nélio Freitas

    Bichado da castanha | Nélio Freitas

    Adulto de Cydia splendana, conhecido vulgarmente como bichado da castanha, estudado no âmbito de um projecto de caracterização genética e morfológica da Universidade da Madeira.

  • Botryosphaeria | ALAN PHILLIPS

    Botryosphaeria  | ALAN PHILLIPS

    A forma e o tamanho dos esporos de um fungo, e também a maneira como eles são produzidos, ajudam os cientistas a identificar as espécies. Estes esporos castanhos, com apenas 25 microns (0,025 mm) de comprimento, formados dentro de uma estrutura em forma de saco, pertencem à espécie Botryosphaeria sarmentorum.

  • Sobreiro | José Graça

    Sobreiro | José Graça

    Raio largo na madeira do sobreiro, visto ao microscópio, rodeado por fibras de células longas e de paredes muito espessas. Estas misturas de diferentes tipos de células é a base do desenho natural das madeiras e da sua beleza estética.

  • Azevinho | Margarida Bento

    Azevinho | Margarida Bento

    O azevinho (Ilex aquifolium) é uma espécie protegida em Portugal que ainda subsiste no Parque Nacional da Peneda-Gerês. Esta folha de azevinho foi encontrada nos escrementos da uma cabra montês (Capra pyrenaica) no âmbito de um projecto que pretendia estudar a dieta deste ungulado no Parque.

  • Crithmum | Ana Figueiredo

    Crithmum | Ana Figueiredo

    Corte longitudinal do caule de Crithmum maritimum corado com Floroglucinol, que colora de vermelho as paredes lenhificadas.

  • Orquídea | Ana Francisco

    Orquídea | Ana Francisco

    Células da epiderme de uma sépala da flor de orquídea portuguesa (Ophrys tenthredinifera). Como tijolos de uma casa as células encaixam umas nas outras, pontuadas por pequenas janelas em forma de botão - os estomas - que abrem ou fecham consoante a humidade e temperatura do ar.

  • Cardo | TERESA SANTOS

    Cardo | TERESA SANTOS

    Caule da planta do cardo (Cynara cardunculus L.) visto ao microscópio. Os tecidos do caule, agrupados em feixes são responsáveis por várias funções, entre as quais a translocação de seivas, a rigide e o armazenamento de nutrientes.

  • Diatomáceas | Bruno Jesus

    Diatomáceas | Bruno Jesus

    Nos estuários, as zonas de lama exposta na maré baixa escondem jardins microscópicos. Nesta fotografia, conseguida congelando a superfície dessa lama com azoto líquido (-196ºC) é possível observar que estas zonas aparentemente estéreis de vida vegetal escondem uma diversidade espantosa de microalgas. Nesta imagen, flutuando num mar de pequenas diatomáceas navega uma espécie de maiores dimensões.

  • Maternidade | Ana Scarpa

    Maternidade | Ana Scarpa

    Maternidade de Pata - Roxas (Schyliohinus canicula) no Aquário Vasco da Gama. Estes peixes cartílageneos, à semelhança dos tubarões, vivem entre a costa e os 110 metros de profundidade. As fémeas realiza posturas de 20 a 30 ovos, duas vezes por ano. Os ovos estão protegidos por uma cápsula rectangular de onde saem filamentos que se fixam a algas e outros organismos.

  • Estrela-do-Mar | Victor Quintino

    Estrela-do-Mar | Victor Quintino

    Observadas ao detalhe as estrelas-do-mar são particularmente belas. Os espinhos vísiveis, rodeados de pequenas pinças (pedicelários), ajudam na defesa de predadores, enquanto as pápulas, que parecem pequenos dedos de luva estão envolvidas na respiração. Em primeiro plano os pés ambulacrários, que servem não só para o movimento como auxiliam na alimentação, sendo capazes de abrir mexilhões vivos.

  • Haemotococcus | M. FILOMENA RAPOSO

    Haemotococcus | M. FILOMENA RAPOSO

    Haemotococcus é uma microalga de água doce, que produz pigmentos vermelhos quando tem falta de nutrientes ou sob luz intensa. É a responsável pela cor rosada das penas dos flamingos e da carne do salmão. A fotografia reproduz o aspecto das células após ruptura da parede celular que deixa todo o conteúdo interno desorganizado (1000x).

  • Bronze | Elin Figeuiredo

    Bronze | Elin Figeuiredo

    Detalhe de um artefacto arqueológico em bronze (liga Cu-Sn) do Castro de Santa Luzia, atríbuido à Idade do Bronze Final (1250-550 a.C.). O processo de corrosão que teve lugar durante os cerca de 3000 anos que esteve enterrado, deu origem às cores avermelhadas e esverdeadas (óxidos e carbonato de cobre) visiveis na fotografia.

  • Drosophila | Beatriz Fernández

    Drosophila | Beatriz Fernández

    Embrião da mosca da fruta (Drosophila melanogaster) com células hexagonais da amnioserosa visiveis ao centro. Mais à frente no desenvolvimento embrionário, esta zona será selada por um processo qsemelhante à cicatrização em vertebrados.

  • 15 horas | Célia Domingues

    15 horas | Célia Domingues

    Embrião da mosca da fruta (Drosophila melanogaster) quinze horas após a postura. São visíveis três populações de neurónios: a vermelho neurónios do SNC e SNP, a verde neurónios motores que enervam os músculos e a azul um sub-população do SNC.

  • Nebulosas | Filipe Alves

    Nebulosas | Filipe Alves

    Zona junto à estrela Alnitak na costelação de Orion. São visíveis vários tipos de nebulosas, desde a Cabeça de Cavalo, que oculta a luz das estrelas e de outros objectos, às nebulosas de emissão constituidas por gás ionizado pela radiação das estrelas, e as nebulosas de reflexão cuja poeira reflecte a luz das estrelas vizinhas.

  • Ontogenia | Will Wood

    Ontogenia | Will Wood

    Embrião de rato com 12,5 dias. Durante as 48 seguintes. as células que compõem os espaços interdigitais suicidam-se, sendo posteriormente ingeridas por células especializadas. Este processo leva à formação de uma pata com dedos individualizados. Em animais como os patos e mamíferos aquáticos este processo não ocorre, conduzindo ao desenvovimento de pés com membranas interdigitais.